Anúncio no Google ADS: 20 erros que devem ser evitados

Anúncio no Google ADS: 20 erros que devem ser evitados
Photo by Joshua Earle / Unsplash

Anunciar no Google Ads é uma das estratégias mais eficazes dentro do marketing digital para atrair tráfego qualificado, gerar leads e aumentar as vendas. No entanto, por ser uma ferramenta poderosa e complexa, muitos profissionais cometem erros que comprometem a performance das campanhas e desperdiçam orçamentos valiosos.

O Linkme.bio, especialista em marketing digital, entende os desafios que os empreendedores enfrentam para obter retorno real em anúncios pagos. Por isso, oferece uma ferramenta completa que contribui diretamente para melhorar os resultados de campanhas online, integrando com inteligência todas as ações de visibilidade digital.

Neste artigo, você vai entender quais são os erros mais comuns em campanhas do Google Ads, por que eles prejudicam o desempenho e o que fazer para evitá-los. Ao final da leitura, você terá um conhecimento mais sólido para otimizar seus investimentos em mídia paga com estratégias realmente eficientes.

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O que você vai encontrar neste artigo:

1. Não definir objetivos claros para a campanha

Começar uma campanha sem saber qual é o seu objetivo é o mesmo que tentar alcançar um destino sem mapa. Cada campanha precisa de uma meta específica: gerar leads, vender um produto, aumentar visitas no site ou impulsionar downloads, por exemplo.

Sem essa definição, você corre o risco de escolher palavras-chave genéricas, configurar mal os anúncios e medir resultados sem direção. Use ferramentas como o Google Analytics para alinhar objetivos com métricas relevantes (como CTR, CPC, conversão, etc.).

Dica prática: antes de ativar sua campanha, responda: o que eu quero que o usuário faça depois de clicar no anúncio?

2. Ignorar a correspondência de palavras-chave

Muitos anunciantes escolhem apenas palavras-chave amplas, o que pode gerar cliques irrelevantes. As correspondências — ampla, de frase, exata e negativa — controlam quem vê seu anúncio e ajudam a filtrar melhor o tráfego.

Quando mal usadas, você paga caro por cliques que não trazem retorno. Palavras-chave irrelevantes aumentam o CPC e reduzem o índice de qualidade, o que impacta diretamente o desempenho do anúncio.

Exemplo: se você vende "consultoria de marketing digital", usar apenas "marketing" pode trazer tráfego desqualificado.

3. Não utilizar palavras-chave negativas

Esse erro é mais comum do que se imagina. Palavras-chave negativas são termos para os quais você não quer que seu anúncio apareça. Elas evitam cliques inúteis e aumentam a relevância da campanha.

Exemplo prático: se você anuncia um serviço pago, palavras como "grátis" ou "gratuito" devem estar na sua lista de negativas. Isso evita desperdício de verba com usuários que não são seu público-alvo.

4. Anúncios sem um título atrativo

O título do anúncio é o primeiro contato com o usuário. Ele precisa ser direto, relevante e chamativo, incluindo a palavra-chave principal para melhorar a correspondência com a pesquisa.

Um título fraco ou genérico reduz o CTR (Taxa de Cliques) e a pontuação do anúncio. Além disso, títulos genéricos competem com muitos outros, dificultando o destaque da sua oferta.

Sugestão: teste variações com gatilhos mentais, como urgência (“Últimas vagas”) ou benefício direto (“Aumente suas vendas hoje”).

5. Não explorar as extensões de anúncio

As extensões são recursos extras que o Google oferece para complementar seu anúncio com mais informações. Elas aumentam o tamanho do anúncio e a chance de cliques.

Entre as mais usadas estão: extensões de chamada, localização, sitelinks, promoções e frases de destaque.

Campanhas sem essas extensões perdem competitividade. Segundo o próprio Google, anúncios com extensões podem ter até 15% mais cliques do que os sem.

6. Direcionar o tráfego para a página errada

Não adianta ter um anúncio excelente se ele leva o usuário para um destino confuso. Direcionar para a home do site, por exemplo, quando o anúncio fala de um produto específico, quebra a expectativa e reduz a taxa de conversão.

O ideal é sempre usar landing pages otimizadas, com foco no objetivo da campanha. Elas devem ser rápidas, responsivas e com call to action (CTA) claro.

Dica de performance: use o Linkme.bio para criar páginas otimizadas para campanhas — é uma solução prática para quem precisa publicar conteúdos diferentes com frequência e quer acompanhar os cliques de forma eficiente.

7. Esquecer do mobile

Grande parte das buscas no Google é feita por dispositivos móveis. Ignorar esse público pode ser um erro fatal. Certifique-se de que suas páginas estão otimizadas para smartphones, com design responsivo e carregamento rápido.

Além disso, crie anúncios específicos para mobile. Eles podem ter CTA mais direto e foco em ações rápidas, como clicar para ligar ou enviar mensagem no WhatsApp.

8. Não fazer testes A/B

Se você não testa diferentes versões do seu anúncio, nunca saberá qual funciona melhor. A prática de A/B testing permite comparar títulos, descrições, CTAs e até páginas de destino para encontrar a combinação mais eficaz.

Ferramentas como o Google Optimize e o próprio painel do Ads permitem realizar esses testes de forma organizada. Comece com alterações pequenas e analise as métricas com atenção.

9. Subestimar a importância do índice de qualidade

O índice de qualidade (Quality Score) é uma métrica que o Google usa para avaliar a relevância do seu anúncio, da palavra-chave e da página de destino. Um índice alto reduz o CPC e melhora o posicionamento do anúncio.

Ignorar essa métrica faz você pagar mais por resultados piores. Para melhorar seu índice, foque em palavras-chave relevantes, texto alinhado à busca e páginas de destino úteis.

10. Deixar campanhas rodando sem otimização contínua

Um erro grave é achar que basta configurar e deixar a campanha rodar. O Google Ads exige acompanhamento frequente: análise de palavras-chave, desempenho por dispositivo, horários de exibição e segmentações.

Reserve tempo toda semana para revisar os relatórios e ajustar as campanhas. Pequenas mudanças podem aumentar a eficiência sem aumentar o orçamento.

11. Ignorar segmentações de público avançadas

O Google Ads oferece diversos recursos para refinar a segmentação de público, como interesses, dados demográficos, intenção de compra e até comportamento online recente. Ignorar essas opções significa exibir seus anúncios para pessoas que não têm perfil ou intenção de compra.

Campanhas mal segmentadas geram baixo ROI e desperdiçam o orçamento com cliques de usuários desinteressados. Utilize o recurso de públicos personalizados e combine com listas de remarketing para campanhas mais precisas.

Exemplo prático: um e-commerce que vende cosméticos pode segmentar pessoas que recentemente pesquisaram por “melhor base para pele oleosa” — isso indica intenção de compra real.

12. Criar anúncios genéricos demais

Anúncios que não se destacam passam despercebidos. O usuário faz uma pesquisa rápida e escolhe o que mais chama atenção e se conecta com sua dor. Usar textos genéricos como “Compre agora” ou “Veja nossa promoção” é insuficiente.

Seja específico, mostre o diferencial da sua marca, entregue valor logo no título e reforce benefícios reais no texto. Personalizar o texto para o público e o contexto da busca é uma das formas mais eficazes de aumentar o desempenho.

13. Não configurar conversões corretamente

A falta de rastreamento de conversões é um dos erros mais prejudiciais. Sem ele, você não consegue mensurar quais anúncios geram vendas, leads ou outras ações importantes no seu funil.

Use o Google Tag Manager e o Google Analytics para configurar eventos de conversão e acompanhar os resultados com precisão. Mensurar é a única forma de saber o que realmente funciona.

Dica: sempre acompanhe ações como envio de formulários, cliques em botão de WhatsApp, downloads e transações. Esses dados são fundamentais para escalar a campanha com segurança.

14. Não ajustar lances de acordo com o desempenho

O ajuste de lances permite que você aumente ou diminua o valor investido com base em variáveis como localização, dispositivo, horário ou tipo de público. Ignorar isso significa tratar tudo como igual — e perder oportunidades de performance.

Por exemplo, se a conversão é maior em dispositivos móveis, vale aumentar o lance para esses usuários. O mesmo vale para regiões onde seu público é mais ativo.

15. Escolher palavras-chave com alto volume e baixa intenção

Palavras com alto volume de busca nem sempre são as mais eficientes. Muitas vezes, elas possuem concorrência elevada, CPC alto e baixa taxa de conversão.

Prefira palavras-chave de cauda longa, mais específicas e com menor concorrência. Elas trazem um público mais qualificado, interessado exatamente no que você oferece.

Exemplo: ao invés de anunciar para “marketing digital”, prefira “consultoria de marketing digital para pequenas empresas”.

16. Esquecer da geolocalização

Nem todo produto ou serviço tem atuação nacional. Se sua empresa atende apenas uma cidade ou região, exibir anúncios para o país todo é desperdício de verba.

Configure a segmentação geográfica corretamente no Google Ads e direcione seus anúncios apenas para onde você realmente atua. Isso aumenta a taxa de conversão e reduz o custo por clique.

17. Exagerar no número de palavras-chave por grupo de anúncios

Cada grupo de anúncios deve ter coerência temática. Inserir muitas palavras-chave diferentes no mesmo grupo dilui o foco, dificulta a mensuração e reduz a eficácia dos anúncios.

O ideal é organizar campanhas em grupos menores, com 5 a 15 palavras-chave semelhantes entre si. Isso permite criar anúncios altamente relevantes e aumentar o índice de qualidade.

18. Não utilizar remarketing de forma estratégica

O remarketing permite exibir anúncios para pessoas que já interagiram com seu site ou conteúdo. Ignorar esse recurso é desperdiçar oportunidades de conversão com quem já demonstrou interesse.

Estruture campanhas de remarketing com mensagens personalizadas, baseadas no comportamento anterior do usuário. Ofereça incentivo, conteúdo complementar ou benefício exclusivo para trazê-lo de volta.

19. Desconsiderar a jornada de compra

Nem todo usuário está pronto para comprar na primeira interação. Exibir o mesmo anúncio para todas as etapas da jornada prejudica a experiência e o desempenho da campanha.

Crie anúncios específicos para cada etapa: descoberta, consideração e decisão. Adapte as mensagens conforme o momento do usuário, utilizando diferentes formatos, CTAs e abordagens.

20. Não acompanhar os dados e ignorar otimizações semanais

A análise contínua é essencial. Muitos profissionais lançam campanhas e não voltam para ajustar. Com isso, perdem insights valiosos que poderiam gerar mais vendas com o mesmo investimento.

Acompanhe semanalmente os seguintes indicadores:

O acompanhamento regular permite detectar tendências, ajustar estratégias e manter a performance em alta.

Linkme.bio: uma solução estratégica para suas campanhas no Google Ads

O Linkme.bio é mais do que um agregador de links — ele é uma ferramenta essencial para estratégias de marketing digital, inclusive quando falamos em anúncios pagos no Google.

Ao criar uma página no Linkme.bio, você pode centralizar todos os seus links em um só lugar, direcionando seus visitantes de forma inteligente e estratégica. Isso oferece diversas vantagens:

Se você trabalha com anúncios e busca melhorar a conversão de seus cliques em ações concretas, o Linkme.bio é o parceiro certo para escalar seus resultados.

Perguntas frequentes sobre erros em anúncios no Google Ads

1. Quais são os erros mais comuns em campanhas do Google Ads?

Os mais frequentes incluem falta de definição de objetivos, uso de palavras-chave genéricas, não configurar conversões, página de destino mal escolhida e ausência de acompanhamento contínuo. Esses erros impactam diretamente a performance, aumentam custos e reduzem a taxa de conversão.

2. O que é índice de qualidade e por que ele importa?

O índice de qualidade é uma métrica usada pelo Google para avaliar a relevância dos seus anúncios. Ele considera a qualidade da palavra-chave, texto do anúncio e experiência da página de destino. Quanto maior o índice, menor o custo por clique e melhor a posição do anúncio.

3. Vale a pena usar palavras-chave negativas?

Sim. As palavras-chave negativas ajudam a evitar que seu anúncio apareça para buscas que não têm relação com seu negócio. Isso evita cliques desnecessários e otimiza o orçamento.

4. O remarketing realmente funciona?

Sim. O remarketing permite alcançar usuários que já interagiram com sua marca, aumentando a chance de conversão. Quando usado com segmentação estratégica, ele é uma das ferramentas mais eficazes do Google Ads.

5. O Linkme.bio pode ajudar nas campanhas do Google Ads?

Sim. O Linkme.bio é um recurso altamente eficaz para centralizar links de campanha, criar páginas personalizadas, monitorar cliques e adaptar páginas para diferentes públicos. Isso otimiza o fluxo entre o anúncio e a conversão final, contribuindo para o sucesso de suas campanhas.

Evitar erros é o caminho mais rápido para campanhas mais lucrativas

Ao longo deste artigo, exploramos os 20 erros mais comuns em anúncios no Google Ads e como evitá-los de forma prática e estratégica. Do planejamento inicial à otimização constante, cada ponto levantado impacta diretamente a performance das suas campanhas.

Os erros mais recorrentes, como não definir metas, ignorar segmentações ou não acompanhar métricas, podem parecer simples, mas comprometem seriamente o retorno do investimento. Corrigi-los é o primeiro passo para tornar o Google Ads uma máquina de geração de resultados.

Além disso, o Linkme.bio se apresenta como um recurso complementar essencial para quem deseja extrair mais valor das campanhas digitais. Com ele, é possível criar páginas otimizadas, testar abordagens, acompanhar cliques em tempo real e transformar tráfego em conversões com muito mais eficiência. Crie sua conta gratuita agora!